Primeiro a UERJ, agora meu trabalho. Ambos de greve, e eu em férias forçadas.
Bom ou ruim? Não sei. Só sei que vou tirar o melhor proveito que posso desse momento de descanso, lendo bastante, estudando e fazendo o que gosto mais: conversando com as pessoas que amo (assim como fiz hoje com a Pau por exemplo). E vou cuidar um cadim mais de mim, já que andei me esquecendo nessa correria da minha vida (tem três semanas que não consigo pintar as unhas!
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Mas o mais importante: que essas greves consigam cumprir seus propósitos, que é melhorar a qualidade de vida dos funcionários.
